Documento no bolso, mochila nas costas e pé na estrada

Heloíse Montini

Fazer um mochilão pela América do Sul é mais que uma viagem barata, é uma aula interativa única

Quem nunca quis sair pelo mundo, simplesmente viajar e conhecer lugares incríveis, com grandes amigos como companhia e gastando pouco dinheiro? Se você acha que é impossível viajar muito com pouco e planeja realizar esse sonho quando for mais velho, temos algo a lhe informar: o momento é agora.

Mariana Tavares embarcou nessa ideia e rumou para uma aventura na América do Sul. Desde os 18 anos a estudante de jornalismo planeja fazer um mochilão. Aos 21 anos, ela realizou esse sonho.

Em seis meses, Mariana montou o roteiro e juntou o dinheiro, e lá se foi para as terras de nosso Hermanos. Se foi fácil? Claro que não. Ela fala sobre sua maior dificuldade: se comunicar. O espanhol não é tão simples quanto parece ser e, quanto mais ao interior se viaja, mais complicado fica. O inglês, assim como no Brasil, não é uma língua falada por todos, o que deixou a comunicação ainda mais comprometida.

Mariana teve a oportunidade de vivenciar um pouco da realidade e experimentar um pouco da cultura dos povos locais por onde passou (Foto: Carolina Baldin)

Mariana teve a oportunidade de vivenciar um pouco da realidade e experimentar um pouco da cultura dos povos locais por onde passou (Foto: Carolina Baldin)

Apesar da dificuldade em se comunicar, nada foi comprometido e a experiência foi incrivelmente rica, como explica Mariana: “Pequenos detalhes agregam muita informação e conhecimento para você e, por ser um mochilão, durante a viagem você tem a oportunidade de conhecer melhor a cultura do lugar, já que você está mais exposta à realidade do país em comparação a uma viagem em família ou com muito dinheiro”.

O único desvio da jornada foi devido ao tempo. Ela planejava ir ao Chile, mas teve que deixar para uma próxima, pois precisava voltar ao Brasil. Uma pena, já que a viagem estava sendo melhor do ela havia imaginado. O mochilão deixou Mariana com gostinho de “quero mais”, só que passando por todos os países da América do Sul, da próxima vez.

O que ela trouxe de mais valioso na bagagem foi a experiência: o que ela aprendeu, o que viu, o contato com culturas diferentes das nossas, a vivência com a população de cada local pelo qual passou. Tudo isso não deixa dúvidas quanto aos seus planos futuros: “de agora em diante, vou juntar cada centavo pra viajar pelo mundo!”, afirmou Mariana.

Um clic conhecido, e mais acessível do que se possa imaginar (Foto: Carolina Baldin)

Um clic conhecido, e mais acessível do que se possa imaginar (Foto: Carolina Baldin)

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